Dez Superdotados e um Motorista Muito Bêbado
É o título do filme baseado na minha tarde de hoje que eu não vou fazer. Nunca senti o peso da responsabilidade e o terror de ser enfiada aos "cuidados" de um ser humano irresponsável na minha vida como hoje. No estágio na Sala de Recursos, mais conhecida como "meus x-babies", hoje era dia de visita a UnB para participar de oficina da Semana de Extensão. O Decanato de Extensão arranjou um ônibus para levar a gente na UnB e esse foi o problema.
Primeiro: A moça me diz que um ônibus de viagem, grande, verde com um escrito demais em inglês estava na porta. O que não era verdade. Então eu peço o celular do motorista.
Segundo: O ser humano para quem eu liguei não conseguia me informar onde estava.
Terceiro: O ônibus era um caco velho daqueles amarelados escrito ESCOLAR.
Quarto: O motorista não sabia nada e eu tinha que explicar.
Quinto: Depois nós fomos ver que ele estava bêbado.
A palestra era uma coisa chata do IESB se vangloriando por fazer a obrigação dele e ajudar as comunidades carentes e as crianças (e eu e a professora) estavam quase morrendo de tédio. Resolvemos então ir para uam exposição da Semana de Extensão na Esplanada dos Ministérios e para isso precisávamos do ônibus e do motorista.
Foi então que a gente percebeu que o motorista tava bêbado. O estacionamento da Reitoria foi virando um labirinto. Ele não conseguia passar pelos carros, subia em meio fio, arranhou um carro, e foi entrando no estacionamento e fazendo voltas ao invés de sair de uma vez. Foi dando um desespero. Aqueles meninos correndo pelo ônibus, pondo a cabeça pra fora, se pendurando na janela e aquele motorista bêbado. Chegou uma hora que eu achei que ia morrer antes dele me matar junto com as crianças e falei pra Flávia: Vamos descer. A gente dá um jeito dos pais das crianças virem buscá-las aqui. Qualquer coisa.
A Flávia então falou pro motorista que a gente ia descer enquanto ele manobrava e foi direto pros seguranças que estavam rondando por ali. Eles deteram o ônibus e o ser humano e nós ficamos na frente da biblioteca. O Decanato de Extensão, depois que a professora Flávia reclamou, nos mandou o tal ônibus de viagem hiper mega ultra e pediu super desculpas e que não tinham idéia que tinham mandado aquilo pra gente. Sorte das crianças da 405 que ele ia pegar às cinco horas que nós acabamos com a festa do motorista.
QUando a gente estava no ônibus chique e confortável, a adrenalina baixou e um cansaço tão grande baixou que, quando um dos meninos foi me dizer (com cara de safado) que iam tocar o terror lá atrás eu só pedi um pouco da sprite dele em troca da minha não intervenção e ele foi pro fundo falando que tinha me subornado. Eles estavam seguros e eu não tava nem aí se eles iam destruir o ônibus chique.
Diários de Penny Lane
Fascículo novo no site. Oitavo, A Mad Tea Party! Me deu trabalho e as continuações me darão ainda mais. Mas, eu amo! =)

4 Comments:
Eu e minha mente fértil de Rel:
Israel: Tio, a gente pode fazer bagunça lá na Palestina?
EUA: Me traz uma Sprite que você pode fazer o que quiser e eu não vou intervir...
Será que depois dessa as crianças vão estudar no Instituto de Ensino Superior de Brasília?
=/
Rosa não, Arma. É contra a minha natureza. E pq vc não mandou eles destruirem o busão já destruído? Eles poderiam treinar bastante e ninguém nem ia notar...
=D
Nossa, que loucura essa excursão. Motorista bêbado é cruel! Será que outras pessoas também são vencidas pelo cansaço? Excursão sem bagunça não é excursão. Bjs!
"Entrando numa fria com a Luana"
"Eu, Luana e as Crianças"
"Uma Grande Confusão"
possíveis sugestões pro título do seu (inexistente) filme de sessão da tarde! heheheheh
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