Comer, comer

Não adianta...
Minhas conversas com a Inah estão sempre relacionadas ou à comida ou à sexo. Sim, é óbvio que gostamos muito...e gastamos algum tempo, nos deleitando com sabores e conversas picantes, adocicadas. Decepcionantes, excitantes, na maioria das vezes engraçadas.
Quando era mais nova, me divertia horrores com as pessoas que exaustas dormiam nos ônibos, pescavam piaba, babavam na janela. Sempre achei o cúmulo dormir assim "em público". Tá...isso foi antes de passar o dia todo na rua, na UnB estudando ou em algum outro canto trabalhando.Hoje em dia, minha cochilada diária é clássica. Sempre me desligo por 40 minutos e passo pela mesma sensação ao acordar, a de não ter forças pra levantar a bunda dalí e caminhar até me casa.Mas levanto e vou dispertando, com a vista embaçada pela lente,durante o caminho.
Hoje peguei carona com a Marina, uma flor. Em alguns minutos pude conversar do vendaval de coisas e matar a saudade daquele sorrisão....hj não cochilei. Mas cheguei em casa completamente desanimada.
Lógico que as dietas e exercícios físicos rondam nossos papos. E eu havia proposto que corrêssemos no parque pela tarde. Ahhhhhhhhhhhh tatiana..... que idéia?
Lógico que a preguiça somada a uma fome desvairada(não havia comido nada) me deviou o destino...e eu, lógico, a levei junto. Paramos no shopping e depois de comermos "meio mundo", falávamos de sexo tomando sorvete.
Claro...comemos meio mundo hoje e ficamos só com água de coco amanhã.
Quanto ao sexo? ... assunto pra outro dia.








