"(...)
Como assim você não cabe mais na gaveta que eu fiz pra você? Onde vou colar estas etiquetas? Anda! Entra aí de novo! A imagem que me vem, ao escutar meus vizinhos, é a de um fórceps às avessas. Alguém socando alguma coisa até que ela tome a forma do seu olhar quadrado, cartesiano."
Visitei a Nanda pouco antes de me deitar, esse texto me fez tanto sentido... e eu sei sim que já cai em cenas ridículas em que me deparava com o fluido e. Quantas vezes ouvi que ninguém se engessa, não cristaliza. É orgânico mudar...feito envelhecer. Mas mesmo sendo óbvio, me tremia de medo.
É como negar o rio dentro de mim. ah rá.
mas é isso
recomendo o texto na íntegra
aqui:
[transitiva e direta ]
boa noite então.
Como assim você não cabe mais na gaveta que eu fiz pra você? Onde vou colar estas etiquetas? Anda! Entra aí de novo! A imagem que me vem, ao escutar meus vizinhos, é a de um fórceps às avessas. Alguém socando alguma coisa até que ela tome a forma do seu olhar quadrado, cartesiano."
Visitei a Nanda pouco antes de me deitar, esse texto me fez tanto sentido... e eu sei sim que já cai em cenas ridículas em que me deparava com o fluido e. Quantas vezes ouvi que ninguém se engessa, não cristaliza. É orgânico mudar...feito envelhecer. Mas mesmo sendo óbvio, me tremia de medo.
É como negar o rio dentro de mim. ah rá.
mas é isso
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[transitiva e direta ]
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