ah essa ressaca
é que na Lapa fui torta, sem samba, com cachaça
amigos, risada. Foi curta, num dos cinemas mais antigos da cidade
depois faceira, aninhada em riso largo do menino gaúcho.
É que na Lapa fui bêbada, fui zonza e um pouco acanhada,
vim doida, apaguei na cama, não vi mais nada.
Cuidada.
Só hoje com pão de queijo e café, suco de laranja, cafuné, sono mais pesado...
areia entre dedos, de Copacabana até o Maracatu mais próximo.
E foi no tambor que curei da ressaca, no Abê lembrei das macias amigas, de lá.
De lá alma lavada, cerveja gelada. O sono companheiro me chega suave, banho de noite, carinho mais tarde.
que vida mansa!
tchê.
amigos, risada. Foi curta, num dos cinemas mais antigos da cidade
depois faceira, aninhada em riso largo do menino gaúcho.
É que na Lapa fui bêbada, fui zonza e um pouco acanhada,
vim doida, apaguei na cama, não vi mais nada.
Cuidada.
Só hoje com pão de queijo e café, suco de laranja, cafuné, sono mais pesado...
areia entre dedos, de Copacabana até o Maracatu mais próximo.
E foi no tambor que curei da ressaca, no Abê lembrei das macias amigas, de lá.
De lá alma lavada, cerveja gelada. O sono companheiro me chega suave, banho de noite, carinho mais tarde.
que vida mansa!
tchê.

3 Comentários:
Esta postagem foi removida pelo autor.
Ai que gostoso de ler.
Delícia te saber assim...
risonha.
risonha.
Beijo
ê, laiá laiá. vidão, hein?
moça, já que tá tão perto, não vai passar por aqui, não?
eu te empresto o pé da minha gatinha procê morder *pisc
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