dois no Rio.





O Rio de Janeiro me veio com gosto salgado na boca, bravo mar, ondas que em ciranda cantavam o novo.
Dos 7 dias corridos, preguiçosas manhãs, e o sol também nos visitou. Moramos no Leme, na casa de um casal muito lindo, em tardes chuvosas desviávamos de poças e cães. Esquinas antigas, padarias, botecos, azulejos engordurados, frutas expostas. Um café preto mais enrolado eram nosso despertar. Cheiro de mar, misturado a fumaça dos carros e sim, sempre entre sombras das árvores lindas que enfeitam as ruas de lá.
O tempo correu, escorreu junto com a chuva que nos batizava, respingou espumando nos pés cobertos de areia. Foi abraço, entreolhares, encaixando-se. Melodia.
Sentimos música, tocamos piano, tambores, abês, violão, apitos, nos tocávamos, entrelaçando dedos, entrelaçando pernas, entrelaçando zunidos.
Conhecemos Copacabana, as sutilezas de Ipanema, a malemolente Lapa, a bucólica Cinelândia, lombas de Santa Teresa. Conhecemos a nuca um do outro, o cheiro, bêcos. Nos carinhamos no bonde.

Pessoas também, holandesa, espanhol, francesa, italiana, cariocas...lindas e macias cariocas, barbados e sambistas cariocas. Hippies, velhos, risos. Carinho dos gatos que nos cruzaram caminhos.
E experimentamos, de boca aberta, de olhos fechados, cachaças, devassas (à ruiva o brinde da noite), feijoada, camarões, aipim, cervejas (nunca mais Itaipava), massas, molhos, aipo e açaí. Sucos, lambidas, doces franceses e nosso petit gateau. que sempre vai ser nosso.
E Rio foi assim, rio-me daqui.
quase sonho, realizado, de encontros nessa vida. esse fica marcado, aninhado, muito bem lembrado....e já me é sinal de saudade. Do gaúcho pianista e mágico.
Alma desarmada, muito bom te amar!
Dos 7 dias corridos, preguiçosas manhãs, e o sol também nos visitou. Moramos no Leme, na casa de um casal muito lindo, em tardes chuvosas desviávamos de poças e cães. Esquinas antigas, padarias, botecos, azulejos engordurados, frutas expostas. Um café preto mais enrolado eram nosso despertar. Cheiro de mar, misturado a fumaça dos carros e sim, sempre entre sombras das árvores lindas que enfeitam as ruas de lá.
O tempo correu, escorreu junto com a chuva que nos batizava, respingou espumando nos pés cobertos de areia. Foi abraço, entreolhares, encaixando-se. Melodia.
Sentimos música, tocamos piano, tambores, abês, violão, apitos, nos tocávamos, entrelaçando dedos, entrelaçando pernas, entrelaçando zunidos.
Conhecemos Copacabana, as sutilezas de Ipanema, a malemolente Lapa, a bucólica Cinelândia, lombas de Santa Teresa. Conhecemos a nuca um do outro, o cheiro, bêcos. Nos carinhamos no bonde.


Pessoas também, holandesa, espanhol, francesa, italiana, cariocas...lindas e macias cariocas, barbados e sambistas cariocas. Hippies, velhos, risos. Carinho dos gatos que nos cruzaram caminhos.
E experimentamos, de boca aberta, de olhos fechados, cachaças, devassas (à ruiva o brinde da noite), feijoada, camarões, aipim, cervejas (nunca mais Itaipava), massas, molhos, aipo e açaí. Sucos, lambidas, doces franceses e nosso petit gateau. que sempre vai ser nosso.
E Rio foi assim, rio-me daqui.
quase sonho, realizado, de encontros nessa vida. esse fica marcado, aninhado, muito bem lembrado....e já me é sinal de saudade. Do gaúcho pianista e mágico.
Alma desarmada, muito bom te amar!
Marcadores: diário, fotografia, paixões, passeios, rio

2 Comentários:
Se ele te fez assim: feliz.
Feliz fico aqui tbm.
Com gosto do teu riso na ponta da língua.
Do Rio me fica a vontade de visitar. Talvez em Maio, como já te disse.
E por hora fica vc a me dever passeio por Sampa.
Que não tem Ipanema, nem Lapa, nem Copacabana... mas que não deixa faltar Avenida Paulista, Luz, Liberdade, Ibirapuera, Pç. Benedito Calixto, Museu do Ipiranga, SESC Santana... e eu.
(a lista é pra te deixar com água na boca).
Encanto puro suas fotos, encanto puro saber-te linda e bem.
Que delicia ler isso minha nega. Essa história cheia de grude, beijo, baba, olhares, risos, boca. Silêncio, risada, personagens loucos que achamos pelas calçadas. Banhos, caminhadas, ninhos, unhadas, mordidas, rusgas e "me larga", "vem e te aninha", eu seu, você minha, sorriso, sopro, mar, mar, mar, tentar domar, ser domado, ficar angustiado, te tocar, tocar piano, tesão, te amo, dar nó e querer ficar só, intenção, intensidade, tesão, muitas vezes louco e muito pouco são, são esses e muitos mil motivos para um monte de canção. carioqueix, gauches, tu e você, enraizados, enluarados. Cobertos de som pelos orixás do morro. Abafando sambas para ouvir os arabes no youtube. Me sentir mulherzinha com você dormindo nos meus papos. Olhar você dormindo, nua, ter pesadelos, aninhar o queixo nos teus cabelos, segura-los com amor quando tua alma quis cuspir os venenos. Serenos, desarmados e amados. Amor, feijoada, Petit Gateau e a conta. É assim como eu conto que foi ;]
Postar um comentário
Links para esta postagem:
Criar um link
<< Início