Tatiar é meu verbo. No meu verso...me faço assim.
Falar do Rio com as moças, e do moço. Falar, entre goladas, há forró, sanfona me deu graça. Quase vontade de cachaça, quase laço de cetim. Na verdade contos, contornos de vida, caldinho de abóbora, e fumaça. Sempre a companheira fumaça, de incenso, cigarro, carros tantos, nunca larga de mim. Amiúdo os olhos, contorno o copo com os dedos e balanço o pé. Nunca pára.
Chego em casa e já descalça, gole de vinho. Penso na lata que depois explico,
penso que amanhã é dia de azul, marinho.
E que a cama quentinha, vestida de verde
quer combinar com meu pijama amarelinho.
own...
Chego em casa e já descalça, gole de vinho. Penso na lata que depois explico,
penso que amanhã é dia de azul, marinho.
E que a cama quentinha, vestida de verde
quer combinar com meu pijama amarelinho.
own...

(sim...é o alcool)
Marcadores: bebedeira, cafoninha, desabafo, fotografia, madrugada

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