dos sentires.

Foi no escuro que decidiu dizer, que ama, que bem queria mais dos entrelaços de pernas, dos amanheceres amassados. No meio de uma dança, pulsada dos deslizes, costurando novos retalhos... não há passado ou presente que me cale. É tudo vivo, amalgamado, embolado na ciranda.
Do vinho barato, cores em tela, receios expulsos, um pulo bem dado. Tenho alma de gato, e morrer várias vezes vira charme. Já dizia a bruxa querida, morrer dessas mortezinhas. De bem "querência", cuidando do jardim, plantando mais amoras. Amores por vir. Amores daqui. Boas visitas, de abraço longo, de silêncio puro.
Estive em mergulho, por pessoas...estou. Encantando-me com o traço, com o compasso...deixando-me em rebuliço, corada, molhada. Luas alaranjadas.
Hoje me sinto tão viva, que me transborda.
Precisava dizer.
Do vinho barato, cores em tela, receios expulsos, um pulo bem dado. Tenho alma de gato, e morrer várias vezes vira charme. Já dizia a bruxa querida, morrer dessas mortezinhas. De bem "querência", cuidando do jardim, plantando mais amoras. Amores por vir. Amores daqui. Boas visitas, de abraço longo, de silêncio puro.
Estive em mergulho, por pessoas...estou. Encantando-me com o traço, com o compasso...deixando-me em rebuliço, corada, molhada. Luas alaranjadas.
Hoje me sinto tão viva, que me transborda.
Precisava dizer.
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